Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil
Presidente Jair Bolsonaro

Antes crítico contumaz do “toma lá, dá cá” e da velha política, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu governo recorreram às tradicionais estratégias na condução das negociações em torno das sucessões na Câmara e no Senado.

Desde que a disputa teve início oficialmente, com o anúncio de candidaturas, em dezembro, mais de R$ 900 milhões saíram dos cofres públicos – com a benção do Planalto – para arcar com emendas indicadas por parlamentares.

Os pagamentos dos valores totais das emendas individuais privilegiaram partidos fiéis aos candidatos chancelados pelo Planalto, como Republicanos – do bloco de Arthur Lira (PP-AL) -, e o DEM, partido de Rodrigo Pacheco (MG).

Aliás, chama a atenção o aumento do pagamento de emendas entre 2019 e 2020 – ano de pandemia e de eleições municipais. Conforme os portais da Transparência do Governo Federal e Siga Brasil, do Senado, os repasses de recursos saltaram de R$ 5,7 bi para 16,1 bi.

Após a aprovação do orçamento impositivo pelo Congresso, o Planalto é obrigado a liberar os recursos previstos para as emendas indicadas pelos parlamentares para seus redutos eleitorais em todo o país.

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