Presidente Jair Bolsonaro e chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos
Agência Brasil
Presidente Jair Bolsonaro e chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos

Parlamentares e ministros atribuem ao chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, a migração de votos e apoios do apadrinhado de Rodrigo Maia (DEM-RJ), Baleia Rossi (MDB-SP), para o candidato do Planalto, Arthur Lira (Progressistas-AL).

Desde o dia 9 de dezembro, quando Lira lançou sua candidatura, o gabinete de Ramos na Presidência recebe, diariamente, uma peregrinação de deputados de vários partidos, inclusive da oposição.

As conversas, claro, envolvem a liberação de emendas parlamentares e mais espaço nos ministérios, além de temas relacionados aos redutos eleitorais dos deputados.

Dias atrás, Baleia Rossi liderava a corrida para a disputa que será definida na segunda-feira, 1º de fevereiro. Com a interferência de Ramos, Bolsonaro e outros ministros, Lira virou e hoje – favorito – conta com mais de 250 votos.

Apesar do empenho para eleger Arthur Lira, o general Ramos deverá deixar o comando da Secretaria de Governo após o pleito na Câmara. Na reforma ministerial que está sendo desenhada, o cargo poderá ser entregue a um parlamentar do Centrão.

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