Cerveja
Agência Brasil
Cerveja

Às vésperas das festas de fim de ano, o nível de ruptura da cerveja – índice que monitora a falta de produtos em supermercados brasileiros -, segue em alta. Em novembro, atingiu 19,45%, frente aos 10% registrados no mesmo mês de 2019. O índice começou a subir em março, no início da quarentena.

Nos últimos meses foram registrados 17,64% de ruptura, em setembro, e 18,92% em outubro. O monitoramento acompanha os dados de 40 mil varejistas no Brasil e é feito pela Neogrid, especializada na sincronização da cadeia de suprimentos.

A falta de cervejas nas prateleiras se deve, principalmente, às dificuldades que as empresas enfrentam para comprar embalagens, como vidro para as garrafas e latas. Apesar do alto índice de ruptura, não há, por ora, risco de desabastecimento do produto.

A falta de matérias-primas também atingiu vinícolas. Além de garrafas de vidro, faltam caixas e rótulos. Para tentar atender à forte demanda de fim de ano, empresários de todo o país importam garrafas da Argentina e do Chile.

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