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Tribuna do Norte
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Há duas semanas, antes do início do julgamento da ação coletiva na Justiça de Manchester, na Grã Bretanha – iniciado ontem, na qual vítimas (pessoas e empresas) pedem indenização de R$ 26 bilhões à BHP/Samarco – a Fundação Renova tentou uma maldade contra os beneficiários do auxílio emergencial em Mariana. A entidade, bancada pelas mineradoras, quis cortar a ajuda financeira mensal.

A Advocacia Geral da União soube do caso e agiu rápido, impetrou ação na 12ª Vara Federal de Belo Horizonte, e teve ganho de causa para manter o auxílio às vítimas do rompimento da barragem. O crime ambiental deixou 19 mortos, e uma vila inteira desapareceu. A Europa inteira está de olho no resultado do julgamento.

A Renova alegou que alguns beneficiários do programa não apresentaram contrapartidas combinadas, mas também não apresentou provas.

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