Na manha de hoje, o presidente Jair Bolsonaro arrumou um espaço em sua agenda para participar do lançamento de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil (APB), em um hotel de Brasília. A legenda foi a saída encontrada por Bolsonaro após sua desfiliação do PSL.

Bolsonaro lança novo partido
Agência Brasil

Bolsonaro

O recém criado APB precisa agora correr contra o tempo para registrar 500 mil assinaturas para ter validado seu registro pelo TSE. A ideia é alcançar o número de maneira digital, pratica ainda não autorizada pelo tribunal.

Bolsonaro levou consigo alguns ministros e correligionários, além da primeira-dama. O APB terá como presidente o próprio Bolsonaro, seu filho mais velho, Flávio como vice e o mais novo, entre os homens, Jair Renan, entrando de vez da vida pública, como um dos conselheiros. O secretário-geral será o ex-ministro do TSE, Admar Gonzaga.

Em seu discurso, entre outras expressões, Bolsonaro citou, como sempre faz, a passagem bíblica de João 8,32 e repetiu que só chegou à presidência da República por uma missão dada por Deus. Aproveitou para citar o agora desafeto político, Wilson Witzel, governador do Rio. Disse que “se não fosse meu filho Flávio ele (Witzel) não seria eleito governador do Rio de Janeiro”.

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