Luciano Bivar
Agência Brasil
Luciano Bivar, Presidente do PSL

O Superintendente da Polícia Federal em Pernambuco, delegado Carlos Henrique de Oliveira -  elogiado na corporação – foi quem liderou a equipe de buscas e apreensões na operação Guinhol, que cercou o presidente do PSL, deputado federal Luciano Bivar, há dias no Recife e em endereços de Brasília.

Mas o delegado está de malas prontas para o Rio de Janeiro, indicado para Superintendente  pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. O presidente se dizia insatisfeito com o comando da PF no Rio.

O delegado federal Carlos Henrique já fez até imersão por alguns dias na Superintendência da PF na zona portuária do Rio. Deve assumir o cargo até fim do ano.

A operação da Polícia Federal que cercou a sede do diretório do PSL em Pernambuco e o presidente do partido era bola cantada nos meandros do Judiciário e seguiu um curioso script.

No dia 21 de agosto, a PF e o Ministério Público pedem buscas em endereços ligados a Bivar, PSL e supostos ‘laranjas’ da campanha de 2018, mas dia 9 de setembro uma juíza da primeira instância indefere. Três dias depois, o MP recorre e na segunda-feira o plenário do TRE do Estado autoriza as buscas. Na terça as patrulhas foram às ruas na Operação Guinhol.

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