Embora o ministro da Defesa, Raul Jungmann, tenha propalado que o Brasil pode enviar tropas para a República Centro África (antigo Congo) – o que custará R$ 1 bilhão por ano ao Governo – o ministério nega que tenha recebido convite da ONU, por ora.

A ideia do ministro vai de encontro ao projeto do Exército, que pena para se manter. Em agosto, o general Villas Bôas, comandante da Força, admitiu que o contingenciamento do Orçamento está comprometendo ações de segurança nas fronteiras e até, acredite, trabalho social.

Em suma, o Brasil quer fazer bonito lá fora sem bala no canhão daqui.

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