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A flechada de Janot nos petistas foi antecipada para tentar salvar a imagem de sua gestão

Estão no prelo e em cima da mesa do Procurador Geral da República os pedidos de prisão dos delatores Joesley Batista e Ricardo Saud, e não descarta-se até a do ex-procurador do MP Federal Marcelo Miller, que foi ‘braço direito’ de Rodrigo Janot na PGR.

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O caso é tão sério que um processo administrativo sobre Miller, investigado pelo MP Federal desde maio na instância administrativa – por atuação como advogado da JBS sem quarentena após sair do cargo – foi enviado ontem à noite para o Núcleo de Combate à Corrupção do MP. Se for comprovada a suspeita de tráfico de influência de Miller – como deixaram entrelinhas no áudio Joesley e Saude – a situação do ex-procurador se complica.

Joesley chegou hoje em Brasília num jatinho particular. Ele e Saud têm novo depoimento na PGR neste feriado. Assessoria de Miller informou para a imprensa que ele está tranquilo sobre sua inocência. A audiência de Miller com a força-tarefa da PGR está agendada para esta sexta (8).

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Após passar grande constrangimento em rede nacional ao revelar as traquinagens verbais de Joesley e Saud, Janot tem repetido internamente que se sentiu usado e traído.

As denúncias contra a cúpula do PT ficariam a cargo da futura PGR Raquel Dodge. A flechada de Janot nos petistas foi antecipada para tentar salvar a imagem de sua gestão.

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