Nos altos corredores da sede da Polícia Federal em Brasília é dada como certa a posse de novo diretor-geral até fim de outubro. 

Um impasse trava a transição diante da disputa de três nomes para cargo maior do comando da mais prestigiada instituição federal junto à sociedade. O DG Leandro Daiello quer fazer o sucessor, e apadrinha o braço-direito Luiz Pontel. 

Os militares e o Gabinete de Segurança Institucional do Palácio apostam no linha-dura Rogério Galloro. E o ministro da Justiça, Torquato Jardim, tem simpatia pelo delegado Fernando Segóvia.  

Pelo prestígio que o general Sérgio Etchegoyen tem com o presidente Temer, Galloro é apontado como o potencial novo diretor da PF. 

No dia 7 de julho a Coluna antecipou que começara a transição no comando da PF com movimentações discretas do diretor-geral junto ao ministro Torquato Jardim.

Em nota à Coluna, o GSI do Planalto garante que não está interferindo na suposta transição do comando da PF. “Ratificamos que se trata de tema de competência e deliberação exclusiva do Ministério da Justiça e Segurança Pública”.

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