É confuso o caso da perda dos direitos políticos do deputado Paulinho da Força Sindical, presidente do Solidariedade.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinara o arquivamento do inquérito 2778 que o deputado respondia por improbidade administrativa. Foi o TRF da 3ª Região (desembargadora Consuela Yoshida) quem entrou no circuito e enquadrou o político.

A comitiva de aliados para consolar o deputado Paulinho foi grande ontem à tarde. Desde office-boys e garçons, passando por parlamentares amigos até o ministro Ronaldo Nogueira, do Trabalho, pasta controlada pelo PTB e ainda sonho de Paulinho.

Paulinho foi condenado por usar verba gorda do FAT, ligado ao ministério, para contratar sem licitação ONG para ministrar cursos profissionalizantes.

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