O presidente da República, Michel Temer, avalia com interlocutores próximos como “muito delicada” a situação de Eliseu Padilha, após seu ex-assessor especial José Yunes confessar que recebeu “pacote” em 2014 do doleiro Lúcio Funaro a pedido do hoje ministro-chefe da Casa Civil.

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Agência Brasil
Temer deve recomendar ao ministro que apresente uma carta-renúncia após toda a repercussão negativa

Diante repercussão negativa, Padilha deve estender a licença-saúde para além do dia 6, para aguardar uma posição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Temer, porém, deve recomendar ao ministro que apresente uma carta-renúncia.

A denúncia contra o chefe da Casa Civil será discutida na próxima reunião da Comissão de Ética da Presidência, dia 27 de março.

Padilha já responderá na Comissão por outra denúncia, feita por dois deputados petistas. Em gravação numa palestra, ele disse que o ministro da Saúde foi escolhido pela contrapartidas de votos na Câmara – praxe de décadas pela governabilidade em Brasília, mas nunca tão exposta.

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