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Primeira ocorrência do fenômeno no ano poderá ser observada das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste entre 10h e 12h30 deste domingo

Observação de eclipse solar não deve ser feita apenas com filme de raio-X, óculos escuros ou outro material caseiro
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Observação de eclipse solar não deve ser feita apenas com filme de raio-X, óculos escuros ou outro material caseiro

O primeiro eclipse solar de 2017 acontece neste domingo(26). O fenômeno será visto em uma estreita faixa que passa pelo sul do Chile e da Argentina, oceano Pacífico, oceano Atlântico e sul da África. Segundo o Observatório Nacional, o eclipse será anular, também conhecido como “Anel de Fogo”, ou seja, quando se vê todo o desenho do Sol e uma espécie de anel de luz ao redor.

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A observação do eclipse solar no Brasil inclui toda a região Sul, Sudeste, grande parte do Nordeste e Centro-Oeste, que poderá ver o eclipse como parcial, entre 10h e 12h30, horário de Brasília, conforme a localidade.

Para uma observação segura, é importante que ela aconteça com o auxílio de instrumentos especiais usados por astrônomos, ou com técnica de projeção. O Observatório Nacional ressalta que nunca se deve olhar diretamente para sol nem mesmo com o uso de filme de raio-X, óculos escuros ou outro material caseiro. A exposição, mesmo de poucos segundos, danifica o olho de modo irreversível.

A agência espacial norte-americana Nasa lançou um site com detalhes  sobre o eclipse solar. A plataforma vai transmitir, em tempo real, o fenômeno.

O Brasil terá a oportunidade de visualizar outro fenômeno solar ainda este ano. Em 21 de agosto, haverá um eclipse total do sol, que poderá ser visto parcialmente somente na região Nordeste, próximo do horário do pôr do sol.

Segundo análises do Observatório Nacional, em 14 de dezembro de 2020, haverá um eclipse parcial do sol que terá também visibilidade em grande área do Brasil.

Aniversário de supernova

A Nasa também divulgou nesta semana um material especial para celebrar os 30 anos da descoberta da supernova SN 1987A  – a mais próxima da Terra e uma das mais brilhantes já identificadas em quase quatro séculos de observação espacial.

A supernova "titânica" produz o brilho equivalente a 100 milhões de sóis e está baseada na Grande Nuvem de Magalhães. A explosão de supernova é a mais próxima da Terra já registrada nos tempos modernos. Sua proximidade do nosso planeta deu aos astrônomos a oportunidade de estudar em detalhe as fases da morte de uma estrela.

Explosão de supernova é a mais próxima da Terra já registrada nos tempos modernos
Nasa/Esa/R. Kirshner (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics and Gordon and Betty Moore Foundation), M. Mutchler e R. Avila
Explosão de supernova é a mais próxima da Terra já registrada nos tempos modernos


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