Entenda como funcionam os Estágios Operacionais do Rio de Janeiro

Níveis vão do 1 ao 5 e determinam a necessidade de intervenções públicas na rotina da cidade por conta do clima, grandes eventos e até ações policiais

Centro de Operações do Rio
Foto: Divulgação / Prefeitura do Rio
Centro de Operações do Rio

Para determinar o funcionamento da cidade e o nível da atuação de agentes públicos, a Prefeitura do Rio de Janeiro possui uma escala de Estágios Operacionais que vão do 1 ao 5.

A mudança de Estágio mais comum, acontece  por questões climáticas, como ocorrências de chuvas intensas e ventanias que causam transtorno a população com alagamentos, queda de árvores, trânsito e maior complexidade de deslocamento.

Eventos de grande circulação na cidade também demandam o aumento da operação pública e acabam subindo o nível do Estágio, como aconteceu nos dias recentes do Rock in Rio, e se repetem em circunstâncias de grande movimento.

Questões de Segurança Pública, como operações policiais que demandam fechamento de múltiplas ruas, por exemplo, ou qualquer alteração drástica do ordenamento urbano, também podem alterar o estágio da cidade.

O controle, definição e divulgação dos Estágios, assim como acontece no protocolo de Níveis de Calor, são feitos através do Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro (COR-Rio), que fica na Cidade Nova. 


Veja a descrição de cada Estágio:


Estágio 1:

Não há mudanças na rotina da cidade, nem foram identificados fatores de risco que possam impactar a cidade nas próximas horas.

Estágio 2:

Há previsão de mudança na rotina da cidade nas próximas horas, ou jáhá impactos que exigem ações de resposta imediatas.

Estágio 3

Há impactos na rotina de parte da cidade, que exigem ações de resposta integradas.

Estágio 4:

Há impactos na rotina de grande parte da cidade, que exigem ações de resposta complexas e coordenadas.

Estágio 5:

Há impactos na rotina da cidade que superam a capacidade de resposta e exigem recursos extraordinários.