Quadrilha é apontada como responsável por assaltos na Zona Sul
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Quadrilha é apontada como responsável por assaltos na Zona Sul

Uma quadrilha suspeita de praticar roubos de joias e pertences pessoais de pedestres, na Zona Sul do Rio de Janeiro, foi presa em flagrante nesta segunda-feira (13), após investigação da Polícia Civil, com apoio da tecnologia da central de inteligência da Prefeitura do Rio (CIVITAS).

O grupo era procurado desde fevereiro e, no dia 11 de abril, agentes da 15ª DP (Gávea)  solicitaram o apoio da  CIVITAS  na identificação do carro utilizado nos crimes e, a partir da placa, o sistema municipal identificou que se tratava de uma clonagem, onde dois carros circulavam com o mesmo registro, sendo um deles usado nas ações criminosas.

Dados do relatório da CIVITAS utilizado pelos policiais
divulgação / civitas
Dados do relatório da CIVITAS utilizado pelos policiais

A investigação  também permitiu mapear o padrão de atuação da quadrilha. Os suspeitos saíam com frequência da região do Rio Comprido e seguiam em direção à Zona Sul, onde abordavam as vítimas.

Na tarde da última segunda-feira (13), os agentes identificaram o deslocamento do veículo suspeito passando pela Lagoa em direção a Ipanema. A partir dessas informações, foi feita a abordagem, que resultou na prisão dos criminosos.


Segundo o chefe-executivo da CIVITAS, Davi Carreiro, o monitoramento realizado pelo departamento foi decisivo para o desfecho do caso.

“Todo o histórico de detecção foi fundamental para que a polícia entendesse o padrão de deslocamento e efetuasse a abordagem. Com o cruzamento de dados, foi possível mapear horários e rotas que estabeleciam uma rotina” Davi Carreiro - chefe executivo - civitas


Como funciona a CIVITAS

A CIVITAS Rio é a central de inteligência da Prefeitura do Rio, voltada ao apoio das forças de segurança pública por meio do uso de tecnologia, monitoramento e análise de dados. Em janeiro, o iG esteve presente no lançamento da nova estrutura da central, no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio), na Cidade Nova. 

Sala de operações da Civitas
Cadu Barbosa / Portal iG
Sala de operações da Civitas


A central, conta com 1.500 radares e mais de 3.800 câmeras que monitoram pontos estratégicos por toda a cidade. 

A previsão é que, até o fim de 2026, a central opere com 6.000 supercâmeras próprias, ampliando significativamente a capacidade de leitura de cenas, identificação de padrões criminais e geração de alertas em tempo real.

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