Rondônia reduz homicídios, de acordo com o Atlas da Violência de 2026
Divulgação/Governo de Rondônia
Rondônia reduz homicídios, de acordo com o Atlas da Violência de 2026

O estado de Rondônia apresentou redução nos índices de homicídios e avanços no enfrentamento à violência contra mulheres e jovens, segundo dados do Atlas da Violência 2026, divulgado na última terça-feira (26).

De acordo com o levantamento, Rondônia registrou queda de 5,3% na taxa de homicídios entre 2023 e 2024. O relatório também aponta uma tendência histórica de redução da violência letal no estado: na comparação entre 2014 e 2024, a taxa de homicídios caiu 13,9%.

Já a taxa de homicídios estimados, que inclui os chamados “homicídios ocultos”, apresentou redução de 12,6% no mesmo período.

Outro destaque do Atlas foi a queda da violência letal contra mulheres. Entre 2014 e 2024, Rondônia registrou redução de 17,4% na taxa de feminicídios. Somente entre 2023 e 2024, a queda foi de 9,5%.

Entre mulheres negras, a redução foi ainda mais significativa, alcançando 20,9% em apenas um ano.

Os dados também mostram melhora nos índices entre jovens de 15 a 29 anos. Na última década, a taxa de homicídios nessa faixa etária caiu 12,9%. Já entre 2023 e 2024, a redução foi de 17,1%.

Entre adolescentes de 15 a 19 anos, o estado registrou queda de 35,7% no número absoluto de homicídios ao longo dos últimos dez anos.

Para o governador Marcos Rocha, os resultados refletem os investimentos realizados na área de segurança pública.

O trabalho integrado das forças de segurança, aliado aos investimentos em tecnologia, inteligência e valorização dos profissionais, tem contribuído diretamente para a redução da criminalidade em Rondônia. Cada vida preservada representa uma conquista importante para toda a sociedade. Governador de Rondônia, Marcos Rocha



O Atlas da Violência também destacou a qualidade e a transparência das informações oficiais do estado. Em 2024, Rondônia registrou 14 homicídios ocultos, número 17,6% menor em relação ao ano anterior, indicando maior integração entre os sistemas de saúde e segurança pública.

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