Suyany foi presa pela polícia
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Suyany foi presa pela polícia

Uma das testemunhas ouvidas pelos agentes da 25ª DP (Engenho Novo) no âmbito da investigação da  morte do empresário Luiz Marcelo Antônio Ormond afirma que tem sido ameaçada pela família de Suyany Breschak, a "cigana" suspeita de ser a mandante do crime.

Luiz Antônio foi encontrado morto no dia 20 de maio, em seu apartamento na Zona Norte do Rio. A suspeita da polícia é que ele morreu após comer um 'brigadeirão' envenenado pela namorada, a psicóloga Júlia Cathermol. A investigação aponta que Júlia teria cometido o crime por conta da sua admiração por Suyany.

A testemunha, que não foi identificada, disse aos policiais que o motivo das ameaças é o fato dela saber a motivação para o crime. A advogada da testemunha também relatou que está sofrendo ameaças.

O ex-namorado de Suyany,  Victor Ernesto de Souza Chaffi, também prestou depoimento. Ele foi preso por receptação após a  polícia encontrá-lo com alguns pertences de Luiz, como o carro do empresário. Ele responde em liberdade após pagar fiança de R$ 5 mil.

A investigação aponta que a cigana repassou o carro do empresário para o ex-namorado após recebê-lo de Júlia, que se entregou à polícia na quarta-feira (5).

Cigana é suspeita de ser mandante do crime

Segundo o Portal G1, a mãe e o padrasto de Júlia afirmaram à polícia que ela estava aflita e confessou ter cometido o crime sob ameaça de Suyany.

A família e a defesa dizem que a psicóloga era manipulada pela 'cigana', que alegava poder matar sua família com feitiços, o que a levou a obedecer as suas ordens, que incluíam pagamentos mensais por "trabalhos espirituais".

A polícia acredita que Suyany instruiu Júlia a envenenar Luiz Marcelo com morfina misturada ao brigadeirão. A influência da cigana sobre a sua cliente incluía a entrega de bens e dinheiro, seguindo suas instruções.

Os depoimentos dos pais descrevem o estado de Júlia e a manipulação de Suyany. A polícia busca esclarecer o envolvimento da cigana no crime através de provas técnicas, como áudios, registros telefônicos e bancários.

Motivação econômica

A princípio, a investigação indicava que Júlia havia envenenado o empresário por supostas motivações econômicas, após descobrir que ele havia desistido de firmar uma união estável com ela, o que a impediria de ter acesso aos seus bens.

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