Invasão ao STF
Reprodução/Twitter
Invasão ao STF

Com a invasão de bolsonaristas neste domingo (8) aos prédios do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto, causando danos ao patrimônio público em atentados contra o governo do presidente Lula, nomes políticos de todo o Brasil se manifestaram nas redes sociais, contra os atentados.

O deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP) apontou conivência da Polícia Federal e pediu que golpistas fossem responsabilizados e presos. Boulos afirmou que o senador Magno Malta teria convocado manifestantes para a invasão.

A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) pediu investigação sobre agentes de segurança pública do DF envolvidos na invasão à Praça dos Três Poderes.

O deputado André Janones (AVANTE-MG) apontou o nome do governador do DF, Ibaneis Rocha, como principal responsável e pediu a prisão do político. Janones ainda afirmou existem parlamentares eleitos participando de grupos de aplicativos de mensagens incentivando os atos terroristas.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) declarou que o Estado do RS está com suas forças de segurança prontas para responderem a qualquer tentativa de subversão da ordem.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), diz que não se deve dar espaço para a baderna e que os responsáveis pelos atentados serão identificados e punidos.

Flávio Dino, Ministro da Justiça e Segurança Pública, criticou os atos terroristas e afirmou que o governo do Distrito Federal irá agir para punir os culpados.

O líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) usou o Twitter para avisar que estavam protocolando pedidos ao ministro do STF, Alexandre de Moraes. Ele também apontou o nome de Ibaneis Rocha como complacente dos invasores Bolsonaristas.

A presidente do PT e deputada Gleisi Hoffmann (PT-RS) afirmou que o governo do DF foi  irresponsável frente à invasão e que o crime antidemocrático já estava anunciado.

O ex-juiz, ex-ministro da justiça e senador eleito pelo Paraná, Sérgio Moro (União Brasil), foi o único a se manifestar em favor das manifestações e acusou o governo Lula de “reprimir protestos e opiniões divergentes”. Horas depois, o senador se mostrou contra, embora tenha apenas dito que “os manifestantes precisam se retirar dos prédios públicos”, sem pedir pela punição de ninguém.


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