Estudante da UFMG foi encontrada desacordada
Reprodução/redes sociais
Estudante da UFMG foi encontrada desacordada


A estudante de Química da Universidade Federal de Minas gerais (UFMG), Juliana Vieira Ferreira Ribeiro, de 21 anos, saiu do coma na manhã desta terça-feira. A jovem está internada na UTI do hospital Vila da Serra, em Nova Lima, em Belo Horizonte após ter sido socorrida no campus Pampulha na última quinta-feira. O quadro de saúde da jovem foi informado pela madrasta, Cristiane Rodrigues.

Segundo a madrasta, os médicos diminuíram a sedação e ela "já está acordando". No entanto, ainda não está conseguindo se comunicar. Parentes e amigos buscam entender o que aconteceu com a universitária, que ainda segue sem diagnóstico. A possibilidade de efeitos de drogas e álcool foi descartada pelos exames, segundo a família.

"Estamos ainda no hospital vila da serra com a Juliana. Foi retirado a sedação e ela já está acordando. Ela já foi exturbada e ainda não está conseguindo se comunicar", disse Cristiane.

Nas redes sociais, amigos relataram que Juliana estava próximo à universidade, e, por volta de 21h40, teria ido beber água na unidade. Minutos depois, ela foi encontrada por uma das alunas, sem conseguir falar e tendo convulsões, e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para socorrê-la no Campus.

"Juju está hospitalizada em estado ainda muito grave. Já foram descartados drogas e álcool. Precisamos de ajuda com informações (sejam quais forem) do momento em que ela se separou até o momento em que foi encontrada já dentro da universidade.", escreveu uma colega de Juliana nas redes sociais.

A jovem foi levada para o Hospital João XXIII e internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Até o momento não foi fechado um diagnóstico. Nesta segunda-feira, a família conseguiu transferência para o hospital Vila da Serra, em Nova Lima.

Em nota, a UFMG lamentou o ocorrido com a estudante Juliana e afirmou que universidade informou que, por volta das 22h15, a Divisão de Segurança Universitária foi acionada e acompanhou a chegada e o atendimento feito pela equipe de socorristas do Samu. "Desde então, a UFMG colocou-se à disposição da família, prestando-lhe as informações e oferecendo o apoio necessário", finaliza a nota.


Segundo a madrasta de Juliana, Cristiane Rodrigues, a reitora da universidade mineira fez contato nesta segunda-feira e foi solicitado para a UFMG a disponibilização das imagens de câmeras de segurança para ajudar entender o que aconteceu com Juliana. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) afirmou que apura o caso.

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