Jair Bolsonaro
Alan Santos/ PR
Jair Bolsonaro

O governo federal deve sofrer uma debandada de ministros até abril de 2022. Isso porque, pelo menos 11 dos 23 ministros devem disputar um cadeira nas eleições prevista para o ano que vem e o mês citado é o prazo final de desincompatibilização de cargos públicos.

Entre os ministros que devem sair está Tereza Cristina, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que tentará o mandato de deputada ou uma vaga ao Senado; o ministro de Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, que deve disputar uma vaga ao Senado pelo DF; além de Ciro Nogueira (PP) da Casa Civil, que deve deixar o governo para se candidatar à reeleição para o Senado.

Tarcísio de Freitas, de Infraestrutura; João Roma, de Cidadania; Fábio Faria, de Comunicação; Marcos Pontes, de Ciência, Tecnologia e Inovação; Rogério Marinho, de Desenvolvimento Regional; Flávia Arruda, da Secretaria de Governo; Gilson Machado, do Turismo; e Onyx Lorenzoni, atual ministro do Trabalho, completam a lista da possível debandada.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, negam a possibilidade, mas também podem se arriscar nas próximas eleições.

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