Hospital da Polícia Militar de Vitória, no Espírito Santo, abriga mulher que pode ter sumido há 45 anos
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Hospital da Polícia Militar de Vitória, no Espírito Santo, abriga mulher que pode ter sumido há 45 anos

Conhecida como Clarinha, uma mulher na casa dos 40 anos de idade encontra-se internada em coma no Hospital da Polícia Militar de Vitória, no Espírito Santo, há 20 anos. Sua entrada na unidade ocorreu em 2000, após ser vítima de um atropelamento por um ônibus. Mas agora, uma equipe do  Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) investiga uma suposta ligação entre Clarinha e um caso de uma criança desaparecida em 1976, na cidade de Guarapari.

Papiloscopistas da Força Nacional de Segurança Pública iniciaram, em 2020, uma tentativa de identificar quem seria a mulher. Através de buscas e evidências, a equipe traçou semelhanças entre a paciente em estado vegetativo e uma criança de 1 ano e 9 meses que foi dada como desaparecida 45 anos atrás.

Conhecida como Clarinha, uma mulher na casa dos 40 anos de idade encontra-se internada em coma no Hospital da Polícia Militar de Vitória, no Espírito Santo, há 20 anos. Sua entrada na unidade ocorreu em 2000, após ser vítima de um atropelamento por um ônibus. Mas agora, uma equipe do Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) investiga uma suposta ligação entre Clarinha e um caso de uma criança desaparecida em 1976, na cidade de Guarapari.

Papiloscopistas da Força Nacional de Segurança Pública iniciaram, em 2020, uma tentativa de identificar quem seria a mulher. Através de buscas e evidências, a equipe traçou semelhanças entre a paciente em estado vegetativo e uma criança de 1 ano e 9 meses que foi dada como desaparecida 45 anos atrás.

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Na ocasião, a família da criança desaparecida morava em Minas Gerais e passava as férias no Espirito Santo.


Foi solicitado um exame de reconhecimento facial, para saber se há compatibilidade entre a paciente em coma e a criança desaparecida em 1976, e o resultado foi positivo.

O Ministério Público do Espírito Santo informou que irá traçar o o perfil genétio de 'Clarinha' para enviar à Polícia Civil de Minas Gerais, que possui o material genético da criança desaparecida.

- As informações são do portal Uol

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