Enterro do sargento no Rio de Janeiro
Reprodução/TV Globo
Enterro do sargento no Rio de Janeiro

Um homem se apresentou na 38ª DP (Brás de Pina), na última quinta-feira, e confessou a autoria do assassinato do 2º Sargento Alexandre da Silva Nogueira, de 45 anos, atingido por tiros na Avenida Brasil na manhã do mesmo dia. O crime foi cometido com um fuzil AK 47, apreendido pelos policiais da delegacia. As informações foram obtidas pelo DIA com a Polícia Civil. A identidade do criminoso, no entanto, não foi divulgada pela corporação. O enterro do sargento foi realizado neste sábado, às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste do Rio.

O sargento, que era lotado no Grupo de Policiamento Ferroviário (GPFer), foi baleado quando passava com sua viatura na Avenida Brasil, na altura da comunidade da Cidade Alta, localizada em Cordovil, na Zona Norte. Ele foi atingido no quadril e levado ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Porém, não resistiu aos ferimentos e morreu durante a noite. As primeiras informações davam conta de que os autores do crime seriam traficantes da Cidade Alta, mas a Polícia Civil ainda não confirmou a identidade do assassino responsável pelo ataque à viatura.

Com a morte de Nogueira, o número de agentes de segurança mortos neste ano no Estado do Rio chega a 32. Do total, 22 são da Polícia Militar, dois da Marinha, dois do Exército, dois da Polícia Civil, um da Guarda Municipal, um do Degase, um agente penitenciário e um PM de São Paulo, que foi morto em Barra Mansa. Nas redes sociais, a PM lamentou a perda da corporação. "Nogueira tinha 45 anos e estava na corporação desde 2000. Ele deixa esposa e uma filha".

O Portal dos Procurados divulgou um cartaz, na noite desta sexta-feira, pedindo ajuda para ajudar a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) a identificar outros autores que possam ter participado do crime.

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