Ônibus estacionados no terminal Parque Dom Pedro II, durante a paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus na capital paulista
Rovena Rosa/Agência Brasil
Ônibus estacionados no terminal Parque Dom Pedro II, durante a paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus na capital paulista

O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo ameaça entrar em greve de 24 horas a partir das 0h desta terça-feira (20). A paralisação deve afetar toda a capital paulista e ainda a região metropolitana, mas ainda depende de uma reunião nesta segunda-feira (19) que pode fazer com que ela não aconteça.

Segundo o presidente da entidade, Valdevan Noventa, exige estar entre os grupos prioritários de vacinação contra a Covid-19 , além de brigar para que 100% da frota siga rodando pelas cidades da região metropolitana.

"Nós organizamos representantes de categorias do interior, cidades [da região] metropolitanas, porque não está atingindo só a nós aqui em São Paulo. Está atingindo todos os trabalhadores do transporte. E o absurdo dos absurdos é que nós, até hoje, sequer fomos citados para tomar essa vacinação", afirmou Valdevan em entrevista ao  Brasil Urgente , da TV Bandeirantes. 

O sindicalista ainda disse a adesão ao movimento pode se estender por mais cidades além da região metropolitana, atingindo cidades no interior do estado de São Paulo. 

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo, que havia planejado uma greve do Metrô também para esta terça (20), irá se reunir em assembleia virtual, e a suspensão da paralisação será proposta ao grupo, já que os ônibus irão parar. 

Ainda assim, uma assembleia virtual está marcada para às 19h desta segunda-feira (19) para discutir questões salariais, assim como a paralisação ou a continuação na greve. Contudo, os coletivos da CPTM, que foram avisados que seus trabalhadores e os da CPTM serão imunizados a partir de 11 de maio, também ameaçam cruzar os braços a partir do dia 27 de abril. 

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