Jairinho sendo preso
Reprodução/TV Globo
Jairinho sendo preso

Após apreensão da mãe, Monique Medeiros, e do padrasto, o vereador Dr. Jairinho , a Polícia Civil da 16ª DP (Barra da Tijuca), cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa da babá da criança , morto no último dia 8 de março. As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

Thayná de Oliveira Ferreira , teve seu celular retido pelas autoridades e através disso, se espera comprovar que ela mentiu em seu depoimento prestado no último dia 24 e que sabia das agressões sofridas pela criança .

Um dos pontos que foi considerado contraditório pelos policiais foi a questão dê que a babá só “esteve na presença dos três (Jairinho, Monique e Henry), no máximo, quatro vezes, sem que passasse de duas horas em cada ocasião, mas não percebeu nada de anormal”.

Porém, com o desenrolar das investigações, os policiais notaram pontos falhos nas declarações de Thayná. De acordo com as autoridades, a babá sabia das agressões e tinha conhecimento de pelo menos uma ação, que ocorreu em fevereiro deste ano.

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Ela foi contratada para a função no dia 18 de janeiro e foi questionada pelos investigadores sobre possíveis sinais de que agressão que a criança poderia estar sofrendo e ela respondeu que “costumava dar banho em Henry e nunca viu qualquer marca de violência no corpo do menino”.

Ainda de acordo com seu depoimento a polícia, Thayná conta que seu último dia de trabalho foi em 5 de março. Ela disse que não foi trabalhar no dia da morte do menino, pois esperava uma ligação de confirmação de Monique, que depois ligou dizendo que a criança havia caído da cama.

“Você não precisa trabalhar hoje. Henry caiu da cama. Estou em choque, perdi meu bem mais precioso”, contou a babá em depoimento.

Conforme contou as autoridades, Thayná ainda disse que no dia 18 de março, quando o caso foi divulgado pela imprensa, Thalita, irmã de Jairinho, lhe pediu para ir até sua casa em Bangu, porque o  “ advogado de Jairo queria lhe fazer algumas perguntas”.

Após chegar na casa de Thalita, ela foi levada pelo motorista, com Rosângela, empregada doméstica do casal, até o Centro da cidade, onde fica localizado o escritório do advogado do vereador,  André França Barreto. 

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