A jovem de 21 anos está sendo investigada pela Polícia Civil
Reprodução/ND
A jovem de 21 anos está sendo investigada pela Polícia Civil

Uma mulher de 21 anos está sendo investigada pela Polícia Civil como suspeita de ter torturado a filha de apenas três anos em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina . De acordo com os policiais, o motivo da tortura teria sido porque a criança não conseguiu acionar a descarga do vaso sanitário. As informações são do portal ND Mais.

De acordo com o portal, nesta terça-feira (06), a Justiça autorizou a prisão preventiva da mulher. 

O caso

A criança foi socorrida e levada ao Hospital Regional do Oeste com uma das pernas quebradas. A situação chamou a atenção da equipe médica da unidade de saúde e, a pedido da DPCAMI (Delegacia da Criança, Adolescente, Mulher e Idoso), a criança passou por um exame de corpo de delito.

De acordo com o portal, o médico legista disse que a menina não apresentava ferimentos característicos de um acidente, como escoriações nas mãos, joelhos e cotovelos, o que o levou a crer que ela havia sido agredida.

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“Essa criança relatou para a equipe médica que ela teria caído de uma escada. Contudo, havia outras informações que indicavam possível ocorrência de agressões”, contou o delegado responsável pelo caso, Estevão Vieira.

O delegado disse ainda que, ao ser entrevistada por uma psicóloga policial, a menina "acabou relatando que havia sido agredida pela sua mãe. E que a própria mãe teria instruído ela a relatar que havia caído de uma escada para ocultar a ocorrência deste crime”, explicou.

Tentativa de esconder as agressões

Segundo o portal, mesmo com dores e febre, a criança foi mantida em casa pela mãe por sete dias, na tentativa de esconder as agressões. A menina só foi levada ao hospital depois que uma vizinha desconfiou do sumiço da garota, que sempre brincava no quintal de casa. A moradora foi até a residência e descobriu a situação crítica dela. Depois disso, a mãe levou a filha para atendimento médico.

Prisão preventiva

Depois de coletar provas, a Polícia Civil pediu ao Poder Judiciário que a jovem fosse presa. De acordo com o portal, apesar da mulher ter negado o crime, a Justiça autorizou a prisão e ela foi detida na tarde desta terça-feira (06), em Chapecó.

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