Ex-ministro Sérgio Moro
Agência Brasil
Ex-ministro Sérgio Moro

Uma carreata em defesa da Operação Lava Jato , realizada em algumas cidades, provocou uma reação imediata entre as lideranças política do país.

Por meio das redes sociais, várias figuras importantes se manifestaram, entre eles, o ex-ministro da Justiça e ex-juiz Sergio Moro . Em sua conta na rede social, ele afirmou que o "legado da Lava Jato é do povo brasileiro que não admite corrupção, desvio de dinheiro público e impunidade".


Outro que comentou sobre o assunto foi o senador Major Olímpio (PSL-SP), que foi além do ex-ministro e publicou um vídeo comentando sobre a carreta e destacando que os participantes seguiram "todas as regras de prevenção à Covid-19".

"Encerramos a carreata deste sábado em defesa da Lava Jato e pelo fortalecimento das instituições no combate à corrupção. A avenida Paulista tomada de veículos em uma demonstração de que a Lava Jato veio para ficar e a população apoia!", afirmou.



Candidato na última eleição para a presidência da república, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) foi outro que aproveitou as redes para falar das manifestações e exaltar a preocupação dos participantes com a Covid-19.

"Os apoiadores fizeram o ato na forma de carreata, usaram máscaras e permaneceram dentro dos carros durante todo o trajeto, evitando aglomerações e respeitando o distanciamento", destacou.



Em São Paulo, um grupo com cerca de 60 veículos saiu em carreata da Praça Charles Miller, no estádio do Pacaembu, com destino ao monumento às Bandeiras, no Ibirapuera, zona sul da capital, passando pela Avenida Paulista. Segundo a Polícia Militar, a manifestação foi pacífica.

Em Brasília, a concentração começou em frente ao prédio da PGR e terminou em frente ao Museu da República.

Além dessas, outras cidades brasileiras também marcaram presença nas manifestações. Maringá, Rio de Janeiro, Curitiba e Macapá foram algumas que reuniram apoiadores.

Recentemente, o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fizeram duras críticas à força-tarefa da Lava Jato de Curitiba. Procuradores, por outro lado, repudiaram as críticas proferidas ao grupo e negaram a existência de “segredos” nas investigações.

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