Pessoas andando em calçadão de comércio
Denny Cesare/Código 19/Agência O Globo
Comércios essenciais começaram a reabrir na capital paulista na fase laranja do Plano São Paulo

A cidade de São Paulo recebeu até esta quarta-feira (1º) mais de 37 mil denúncias por violação da quarentena em meio à pandemia da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O número de comunicados à Prefeitura da capital paulista foi de 37.712 para estabelecimentos que teriam descumprido os decretos de fechamento de comércios e serviços não essenciais

Ainda de acordo com o governo municipal, 636 estabelecimentos foram interditados por fiscais. Dessa total, 235 foram fechamentos causados por denúncias de casas noturnas (119), boates (64) e festas (52).

Segundo as normas determinadas pela Prefeitura, os locais que descumprem essas regras estão sujeitos à interdição imediata e, "em caso de resistência", cassação do alvará de funcionamento ou do Termo de Permissão de Uso (TPU).

"Reiteramos que o objetivo não é multar, mas, sim, evitar aglomerações para reduzir o risco de transmissão do coronavírus para proteger a população, conforme as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS)", disse a gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB) em comunicado.

As informações também mostram que o setor com maior número de interdições foi a dos bares, cafeterias, restaurantes e lanchonetes, com 237. As categorias de salão de cabeleireiro, estética e barbearia (74), comércio de roupas (48), comércio de móveis e colchões (35), lava-rápido (17) e comércio de tecidos (16) também tiveram ocorrências de interdição.

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