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Morte de pessoas jovens e fora do grupo de risco criam alerta no Brasil

Com 201 óbitos notificados por Covid-19 até a tarde desta terça-feira, o Brasil ainda conta 28 mortes de pessoas que não possuíam doenças preexistentes diagnosticadas, consideradas um fator de risco para a doença. Entre os casos, três deles chamam mais atenção por envolverem pessoas com menos de 40 anos. 

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Uma das vítimas notificadas possuía entre e 20 e 30 anos e outra estava na faixa de idade entre os 30 e os 40 anos. Além disso, uma vítima está identificada na faixa dos 40 anos e outras duas entre os 50 e 60. Seis óbitos ocorreram em pessoas com mais de 60 anos, outros sete em maiores de 70 e também sete vitimaram idosos com mais de 80 anos. Três vítimas possuíam mais de 90 anos. 

Diabetes, problemas cardíacos e tratamento recente de câncer são algumas das comorbidades que influenciam para o grupo de risco do coronavírus . Além disso, problemas respiratórios como asma e bronquite também merecem alerta. As vítimas destacadas, porém, não possuíam diagnóstico de nenhuma dessas enfermidades em seu perfil.

Sobre o assunto, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta falou sobre as idades avançadas da maioria das vítimas. "Quando a gente fala fator de risco, a gente quer dizer doença declarada; é lógico que uma pessoa com mais de 90 anos, por mais que ele esteja sem nenhuma informação, está incluída nesse grupo”, explicou o ministro. 

Seguindo a mesma linha de raciocínio, Mandetta destacou as vítimas mais jovens como um alerta. “O mais importante é a gente reparar nas vítimas abaixo dos 60 anos como alerta, porque a idade em si é um fato de comorbidade . O número, estatisticamente, é muito baixo, mas ele tem que ficar na memória de todo mundo”, afirmou.


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