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O PSL está dividido entre um grupo ligado à família do correligionário e uma ala próxima do deputado Luciano Bivar, que é presidente nacional do partido

Ao deixar o hotel na capital Chinesa e partir para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, o presidente da república Jair Bolsonaro afirmou que pode se tornar “um presidente sem partido” se a crise no PSL  não se resolver. “Eu posso ser um presidente sem partido. Tanto faz eu estar com partido ou sem partido”.

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José Dias/PR
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A declaração de Bolsonaro  vai ao encontro das expectativas do eleitorado mais fiel do presidente , que é crítico da atuação de outros partidos políticos em geral.

O correligionário ainda declarou que pretende apoiar de 30 a 40 candidatos a prefeito nas eleições municipais de 2020. Ele ainda argumentou que para isso, ele precisa sentir "confiança" no partido do qual fizer parte.

"Eu pretendo ter uns 30 a 40 candidatos pelo Brasil. Quase todas as capitais. Agora, eu tenho que ter decisão sobre o partido. Eu não posso entrar e chegar na convenção, como eles têm a maioria, me deixam para trás. Eu tenho que ter um partido onde você tenha confiança, um partido que tenha inclusive, transparência", explicou o político.

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Em seguida, Bolsonarou insunou que alguns deputados do PSL "botaram a carroça na frente dos burros" ao quererem se lançar para a disputa nas prefeituras ainda em 2019. "Tem alguns ali que botaram na cabeça 'eu vou ser prefeito', 'vou ser isso', 'vou ser aquilo', e atropelaram tudo. Inclusive um parlamentar (...) queria se lançar prefeito de um grande município, capital. Eu falei assim: 'Se tu lança com antecedência, outros que querem ser candidatos de outros partidos começam a fazer oposição à gente. Vamos decidir só em março'. Daí resolveram, uma pessoa resolveu botar a carroça na frente dos burros", concluiu Bolsonaro .