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Cartilha recomenda que população não entre em contato direto com o óleo. Também foram distribuídos equipamentos de proteção para a população

Agência Brasil

óleo no nordeste arrow-options
Foto: Marcia Cristina/Cortesia
Óleo avança e chega à praia do Janga, em Paulista, Região Metropolitana do Recife

A Defesa Civil e o Ministério da Saúde publicaram nesta sexta-feira (25) uma cartilha com recomendações para os voluntários que atuam na limpeza das praias afetadas pelo derramamento de petróleo no litoral do Nordeste . Também foram distribuídos equipamentos de proteção individual para a população da região.

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Cartilha para voluntários do nordeste
Defesa Civil Nacional/ Direitos Reservados
Defesa Civil e Ministério da Saúde recomendam cuidados nas áreas afetadas pelo derramamento de petróleo para evitar intoxicações e outros riscos.

A cartilha recomenda que a população não entre em contato direto com o óleo , especialmente gestantes e crianças. Também é preciso observar as orientações da vigilância sanitária para o consumo de alimentos, como peixes e mariscos, provenientes das áreas afetadas.

Segundo a cartilha, a curto prazo a inalação dos vapores do óleo pode provocar dificuldade de respiração, dor de cabeça, confusão mensal e náusea. Na pele, podem aparecer irritações e outros sintomas como erupções vermelhas, queimação, inchaço.

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No caso de ingestão do óleo , o paciente poderá sentir odores abdominais, além de ter vômito ou diarreia. Uma exposição a esse elemento tóxico de longo prazo pode provocar danos a órgãos como pulmões, fígado e rins. Desequilíbrios hormonais e infertilidade também podem ocorrer, além de alterações no sistema nervoso e circulatório. Em casos extremos, a ingestão pode provocar câncer.

Em caso de dúvida, o Ministério da Saúde pede que o paciente entre em contato com o Centro de Informações Toxicológicas pelo telefone 08007226001 e procure ajuda médica.