Marielle
Guilherme Cunha/Alerj
Marielle Franco foi brutalmente assassinada em 14 de março de 2018

A disputa por pontos políticos estaria por trás da suspeita de um possível envolvimento do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) afastado, Domingos Inácio Brazão, no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista Anderson Gomes, em março de 2018.

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A informação consta do relatório sigiloso de 600 páginas em que se baseia o inquérito da Polícia Federal que apura a obstrução à investigação dos homicídios de Marielle e Anderson. No documento, Brazão aparece como "o principal suspeito de ser o autor intelectual" do crime.

O sargento da PM e miliciano Rodrigo Jorge Ferreira havia dito, em depoimento à polícia, que havia interesse do vereador Marcello Siciliano (PHS-RJ) no assassinato da vereadora por conta de uma possível guerra política entre os dois. No entanto,  investigadores da PF constataram a inexistência de tal disputa.

Ao analisarem o mapa eleitoral das localidades onde ambos tinham mais votos, eles perceberam que os dois políticos concorriam, em diferente pontos, com a família Brazão.

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