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Segundo a PM, mulher não resistiu aos ferimentos e morreu ao volante; carro acabou atingindo hidrante, poste e um muro de uma instituição educacional

Acidente Rio
Cléber Mendes / Agência O Dia
Mulher foi baleada durante assalto e acabou não resistindo aos ferimentos

Uma mulher foi baleada, perdeu o controle do carro que dirigia, atropelou pelo menos três pessoas e morreu em seguida, na manhã desta sexta-feira (10), na Rua General Canabarro, em frente ao Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet), no Maracanã, na Zona Norte do Rio.

Segundo informações iniciais, Danielle, 51 anos, médica do trabalho, teria sido baleada em uma tentativa de assalto nas proximidades da Mangueira e estaria buscando socorro, mas não resistiu aos ferimentos.

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O caso aconteceu por volta das 7h20 e policiais do 6º BPM (Tijuca) foram acionados para o local. Bombeiros foram chamados para socorrer os estudantes atropelados às 7h25. O carro da vítima, um Honda Civic, invadiu a calçada e ficou entre o muro do Cefet e um poste, destruindo um hidrante. Danielle já estava morta quando os militares chegaram.

Os atropelados são um funcionário do Cefet , um aluno do Escola Técnica Estadual Ferreira Viana (ETEFV), da Faetec, e uma mulher que seria funcionária da Petrobrás. Ainda não se sabe para qual hospital eles foram levados e nem o estado de saúde deles, mas duas vítimas ficaram presas embaixo do veículo.

"Eu estava dando aula, quando uma aluna falou o que estava acontecendo. Quando chegamos, vimos que havia um segurança do CEFET, um aluno da Faetec debaixo do carro. A senhora, que não sei onde trabalha, não ficou presa. O que segurou o carro foi o hidrante da calçada, senão o estrago seria maior. Assaltos sempre acontecem aqui. Há uma cabine da PM a 50 metros, mas está abandonada", disse o professor do CEFET Rafael Ferrara, 40 anos.

O analista de sistemas Leandro Dias, de 42 anos, passa todos os dias pelo local e reclama que os assaltos na região são constantes. "Quase todo dia tem assalto", falou.

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A PM realiza buscas na região em busca do atirador que matou a motorista. Uma faixa está ocupada no local para o trânsito. A perícia da Delegacia de Homicídios da Capital (DH-Capital) foi chamada, mas às 9h20 ainda não estava na cena do crime. A investigação será conduzida pela especializada. No início da manhã desta sexta-feira, tiros foram ouvidos no Morro da Mangueira, de acordo com o aplicativo Onde Tem Tiroteio (OTT-RJ).