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Aproximadamente 730 tabletes da droga estavam escondidos no fundo falso de uma van parada ao passar por uma unidade operacional, na BR-227

Alguns dos tabletes de cocaína apreendidos traziam a foto e o nome do narcotraficante colombiano Pablo Escobar
Divulgação/ PRF
Alguns dos tabletes de cocaína apreendidos traziam a foto e o nome do narcotraficante colombiano Pablo Escobar

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 889 quilos de cocaína nesta quinta-feira (22), em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, alguns dos tabletes da droga traziam a foto e o nome do narcotraficante colombiano Pablo Escobar, morto em 1993.

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A assessoria da PRF, a substância estava escondida no fundo falso de uma van parada ao passar por uma unidade operacional da PRF, na BR-227. Aproximadamente 730 tabletes de cocaína estavam embalados em plástico, escondidos em um compartimento oculto.

Durante a abordagem, o nervosismo do motorista despertou a desconfiança dos policiais rodoviários, que resolveram fazer uma revista minuciosa no veículo.

O motorista, um homem de 37 anos cujo nome não foi divulgado, disse aos policiais que saiu de São Paulo com destino a Paranaguá (PR). Se condenado por tráfico de drogas , ele pode ser punido com uma pena de cinco a 15 anos de prisão.

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Maior apreensão do ano no Rio

No início de março, uma operação conjunta entre a Polícia Civil, a Polícia Federal e a Receita Federal localizou uma carga de 1,3 tonelada de droga pura no Porto do Rio. A droga estava embalada em 48 pacotes, dentro de dois contêineres.

De acordo com a polícia, essa "foi uma das maiores apreensões de droga da história do Rio de Janeiro". Para a Globo News, o delegado da Desarme, Fabrício Oliveira, afirmou que a apreensão foi histórica, inclusive, nacionalmente. "A gente acredita que é a maior apreensão da história do Rio de Janeiro e uma das maiores do Brasil", explicou.

No processo de identificação da droga, foram utilizados um aparelho de raio X e cães farejadores. A intenção do uso do equipamento e dos cães era de localizar armas e drogas que se encontravam em trânsito no Rio. 

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As investigações prosseguirão com a Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal. Segundo nota enviada à imprensa, a cocaína é considerada pura pois não foram identificadas misturas. 

* Com informações da Agência Brasil

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