Se o mês acabasse hoje, setembro de 2017 em São Paulo seria o mais quente desde 1961, segundo o Climatempo
Fernanda Carvalho/Fotos Públicas
Se o mês acabasse hoje, setembro de 2017 em São Paulo seria o mais quente desde 1961, segundo o Climatempo

Moradores da região metropolitana de São Paulo podem ser surpreendidos por pancadas de chuva nesse início de semana – situação que deve quebrar uma sequência de 26 dias sem chuvas signficativas na região.

De acordo com o Climatempo, a capital paulista deve continuar enfrentando dias de calor nesse início de semana, mas o aumento da umidade nas camadas mais altas da atmosfera deve facilitar a formação de algumas nuvens carregadas sobre a Grande São Paulo e provocar "pancadas bem isoladas de chuva".

Apesar da formação dessas nuvens, o tempo seco e o calor ainda terão lugar cativo no dia a dia de paulistanos e moradores da região metropolitana. A baixa umidade do ar chegou a fazer da última sexta-feira (15) o dia mais seco desde 14 de agosto de 2014. Nas duas datas, a umidade relativa do ar registrada foi de apenas 19%.

"Apesar do aumento de umidade nos altos níveis da atmosfera, aqui na superfície praticamente nem sentiremos essa mudança. O que vamos perceber é o aumento de nuvens a partir do meio da tarde", informa nota do Climatempo.

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Setembro mais quente desde 1961

Os paulistanos conviveram na última semana, incluindo aí esse sábado (16) e domingo (17), com temperaturas muito acima da média para o período. Segundo os meteorologistas do Climatempo, a média das temperaturas na capital paulista tem sido de 29,6ºC desde o início de setembro. O normal para este mês é de 23,9°C de acordo com a climatologia de 1961 a 1990.

"Esse valor seria anormal até mesmo para fevereiro, o mês mais quente do ano, que tem média das temperaturas máximas em 28,0°C. Se acabasse hoje, esse seria o mês de setembro mais quente já registrado na cidade desde pelo menos 1961", informou o Climatempo.

Apesar da previsão de pancadas de chuva, a maioria dos bairros da capital paulista ainda deverão passar os dois próximos dias sem nenhuma gota vinda do céu.

"As pancadas serão muito rápidas e isoladas, do tipo que atingem um bairro, e outro não. Além disso essas pancadas não terão força o suficiente para aliviar o calor e nem para melhorar de forma efetiva a qualidade do ar e o quadro de estiagem que já afeta há várias semanas grande parte do estado de São Paulo", informou o Climatempo.

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