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Deflagrada neste sábado de Carnaval em Londrina (PR), Operação Corrumpere apura esquema envolvendo empresa de segurança privada

Delegado da Polícia Federal solicitou vantagem indevida a proprietário de empresa de segurança
Divulgação
Delegado da Polícia Federal solicitou vantagem indevida a proprietário de empresa de segurança

A Polícia Federal deflagrou neste sábado (25) uma operação para desarticular uma organização criminosa formada por um delegado da própria PF em Londrina (PR) e pelo proprietário de uma empresa de segurança privada, além de outros envolvidos.

Cerca de 40 policiais federais cumprem neste sábado de Carnaval seis mandados judiciais, sendo dois de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão, expedidos pela Vara Federal Criminal de Londrina, no Paraná.

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As investigações da Operação Corrumpere apontam que o delegado teria solicitado vantagem indevida ao proprietário de empresa de segurança privada. Em troca, o policial deixaria de realizar o indiciamento formal do empresário em inquérito policial que apurava sua conduta.

De acordo com a PF, os presos, na medida de suas participações, poderão responder pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e peculato. Eles serão transferidos para Brasília (DF).

A Polícia Federal explica que a denominação da operação (Corrumpere) é uma referência ao ato de corromper que causa a destruição das instituições públicas, maculando a estrutura de um País, causando em última instância prejuízos incalculáveis à nação.

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