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Falta de água afeta complexo penitenciário do Rio de Janeiro; presos foram transferidos para a Penitenciária Laércio da Costa Pelegrino, a Bangu 1

MP-RJ informou que está acompanhando o problema de abastecimento de água no Complexo Penitenciário de Gericinó
Isabela Kassow
MP-RJ informou que está acompanhando o problema de abastecimento de água no Complexo Penitenciário de Gericinó

O Complexo Penitenciário de Gericinó, também conhecido como Complexo de Bangu, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, está enfrentando problemas de abastecimento de água. Segundo a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, carros-pipa foram enviados ao conjunto de penitenciárias para resolver a situação.

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A falta d'água em Bangu foi denunciada por detentos que gravaram um vídeo com celular dentro de presídio. A Secretaria de Administração Penitenciária abriu uma sindicância para analisar se a gravação foi feita mesmo dentro do complexo e, nesta terça-feira (10), anunciou que identificou os seis presos envolvidos. 

Os internos foram punidos pelo uso do celular, com detenção no Regime Disciplinar Diferenciado com a transferência para a Penitenciária Laércio da Costa Pelegrino (Bangu 1), no Complexo Penitenciário de Gericinó, também conhecido como Complexo de Bangu, na zona oeste da cidade.

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Em nota, a Seap informou ainda que o abastecimento de água está sendo normalizado no Complexo de Bangu.

Superlotação de presídios

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) informou nesta segunda-feira (9) que está acompanhando o problema de abastecimento de água no Complexo Penitenciário de Gericinó.

O MP apurou, junto à Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), responsável pelo abastecimento do Grande Rio, e à Seap que o problema se deve ao aumento do consumo de água na região do complexo e à perda de pressão do sistema, que, segundo a Cedae, deve-se a uma tentativa de furto que provocou um vazamento na adutora da região.

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De acordo com o MP, o problema é ampliado devido à superlotação do sistema penitenciário.

Segundo a Cedae, responsável pelo abastecimento de água em grande parte da região metropolitana, devido ao forte calor, houve um aumento de 30% no consumo de água e uma tentativa de furto de água, que provocou vazamento na adutora que abastece os presídios. Técnicos foram ao Complexo de Bangu verificar as redes de abastecimento.

* Com informações da Agência Brasil.