Pescador bate recorde brasileiro ao fisgar pirarara de 91 cm

Peixe capturado por Eduardo Coelho Barbara superou em 11 cm a marca anterior na modalidade caiaque privado masculino, segundo registro da BGFA

Pescador bate recorde brasileiro ao fisgar pirarara de 91 cm
Foto: Reprodução/Instagram
Pescador bate recorde brasileiro ao fisgar pirarara de 91 cm

O pescador esportivo Eduardo Coelho Barbara, conhecido como Dudu Barbara, conquistou um novo recorde brasileiro ao capturar uma pirarara de 91 centímetros. A marca foi homologada pela BGFA Recordes na categoria caiaque privado masculino, destinada a capturas realizadas em caiaque, em locais de acesso particular.

O peixe superou em 11 centímetros o recorde anterior, de 80 centímetros, que também pertencia ao pescador. A nova medida já aparece no cadastro oficial da entidade, responsável por avaliar registros da pesca esportiva no país.

A homologação reconhece o comprimento do exemplar, não seu peso. Isso significa que a conquista corresponde à categoria específica de pesca em caiaque e ambiente privado, sem representar necessariamente a maior pirarara já capturada no Brasil.

Como funciona a homologação

Para validar um recorde, a BGFA exige que o pescador siga procedimentos de medição e apresente registros fotográficos e em vídeo da captura.

A entidade utiliza uma régua oficial para conferir o comprimento do peixe. O material é analisado por uma comissão julgadora, que verifica se as condições previstas no regulamento foram cumpridas.

Na categoria caiaque privado, o pescador precisa realizar a captura a bordo de um caiaque, em ambiente de acesso particular, como pesqueiros, açudes ou lagos privados.

A pirarara, cujo nome científico é Phractocephalus hemioliopterus, é um peixe de couro de água doce, conhecido pelo porte e pela coloração avermelhada da cauda. A espécie é encontrada em bacias hidrográficas da América do Sul e desperta interesse de praticantes da pesca esportiva.

O registro de Dudu Barbara está disponível na lista oficial de recordes da BGFA.

A publicação consultada não informa o local exato da captura nem a data em que o peixe foi fisgado.