
Happy, a elefanta asiática que ajudou pesquisadores a ampliar os estudos sobre inteligência e comportamento animal, foi submetida à eutanásia aos 55 anos no Zoológico do Bronx, nos Estados Unidos.
Segundo a instituição, a decisão foi tomada após o agravamento de problemas de saúde relacionados à idade, incluindo sinais de insuficiência renal e hepática. Um exame de necropsia realizado após a morte revelou ainda artrite avançada e um grande tumor considerado inoperável.
Zoológico se pronuncia
O Zoo Bronx, responsável por acolher o animal compartilhou em suas redes sociais uma nota de pesar lamentando a morte de Happy.
"Estamos profundamente tristes em compartilhar que nosso elefante asiático, Happy, que viveu no Zoológico do Bronx por quase 50 anos e foi amado pela equipe e pelos visitantes, foi eutanasiado. Esta decisão foi tomada após um período de cuidados paliativos durante o qual a equipe veterinária e de cuidados com os animais geriu a progressão da Happy", escreveu a equipe do zoológico.
Confira a publicação
Em entrevista à Fox News, o diretor interino do Zoo do Bronx, Craig Piper, afirmou que Happy “foi uma extraordinária embaixadora dos elefantes e da conservação da espécie”.
Trajetória de Happy
Nascida na Ásia, Happy foi levada ainda jovem para os Estados Unidos e passou a viver no Zoológico do Bronx, em Nova York, a partir de 1977. O nome da elefanta foi inspirado em um dos personagens do clássico “Branca de Neve e os Sete Anões”, assim como o de Grumpy, outro elefante que chegou ao zoológico no mesmo período.
A elefanta se tornou uma dos animais mais conhecidos do zoológico e participou de estudos que ajudaram pesquisadores a compreender melhor a inteligência e o comportamento da espécie.
Segundo Keith Lovett, diretor dos programas de animais da instituição, ela era considerada uma mais receptivas aos treinamentos e cuidados realizados pela equipe.