A vítima, um homem de 41 anos, informou que o abuso ocorreu durante um procedimento clínico preparatório para internação
Foto: Reprodução/Prefeitura de Itapira
A vítima, um homem de 41 anos, informou que o abuso ocorreu durante um procedimento clínico preparatório para internação

Um médico de 40 anos foi preso em flagrante suspeito de cometer importunação sexual contra um paciente  no Hospital Municipal de Itapira, no interior de São Paulo. A vítima, um homem de 41 anos, informou que o abuso ocorreu durante um procedimento clínico preparatório para internação.

O boletim de ocorrência, registrado nesta quarta-feira (15), relata que a vítima, que é dependente química e buscava tratamento no hospital, informou que durante o atendimento o médico pediu que ele abaixasse as calças para um exame. Neste momento, o profissional teria passado a mão nas partes íntimas do paciente. Constrangido, o homem retirou a mão do médico e saiu da sala rapidamente.

Saindo do consultório, o paciente contou a situação aos familiares, que questionaram os funcionários do hospital sobre o procedimento adotado. A equipe informou que a conduta do médico não era comum ou padrão para aquele tipo de exame que estava sendo realizado. Com isso, a família procurou a Polícia Militar, que foi até a unidade de saúde.

Prisão em flagrante

Questionado pelos policiais, o médico afirmou que não ocorreu nada de anormal em sua conduta durante o procedimento, mas o depoimento da vítima foi o suficiente para que fosse decretada a prisão em flagrante do profissional.

O suspeito foi encaminhado para delegacia de Mogi Guaçu (SP) e submetido a uma audiência de custódia, nesta quinta-feira (16). A Justiça permitiu que o médico responda ao processo em liberdade.

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No entanto, a delegada responsável pelo caso, Gilmara Natália dos Santos, pediu que se outras pessoas foram vítimas dessa situação, que procurem a Polícia Civil.


Posicionamento da Prefeitura

A Prefeitura de Itapira manifestou repúdio ao ocorrido e destacou que o médico não pertence ao quadro de servidores públicos da cidade, atuando no hospital de maneira terceirizada.

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