O assassinato de Marcelo Arruda, tesoureiro do diretório municipal do PT de Foz do Iguaçu (PR), vítima do ataque do policial penitenciário federal Jorge José da Rocha Guaranho na madrugada deste domingo (10), durante sua festa de aniversário de 50 anos, suscitou um misto de indignação e revolta na sociedade brasileira.

O Grupo Prerrogativas, um coletivo fundado em 2015, formado por advogados, juristas, artistas e professores, se manifestou por meio de nota oficial na noite deste domingo no qual afirma que "o amor vai vencer o ódio" e no qual classifica a morte de Arruda como "fruto do ódio disseminado por esse governo contra qualquer um que pense diferente".

Veja a íntegra: 

O governo Bolsonaro, desde a sua posse, incentiva a compra de armas e estimula a criação de inimigos políticos que devem ser estigmatizados e odiados por parte da sociedade brasileira.

Ontem foi assassinado Marcelo, guarda municipal e militante petista, em Foz de Iguaçu, no Paraná, quando comemorava com sua família seu aniversário de 50 anos. Foi assassinado porque era petista, porque acreditava em um sociedade plural, democrática, igualitária e verdadeiramente inclusiva. Em uma sociedade onde cabem todos, independentemente de suas colorações políticas e partidárias. Infelizmente não foi um caso isolado. Foi fruto do ódio disseminado por esse governo contra qualquer um que pense diferente.

O grupo Prerrogativas se solidariza com a família de Marcelo nesse momento de profunda dor e pede a todos os democratas que se levantem contra a intolerância que avança sobre nosso país. Nós não nos intimidaremos. E seguiremos vigilantes na defesa da Democracia e das instituições.

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