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Manifestantes venezuelanos atacaram base do Exército da Venezuela na fronteira com o Brasil; militares revidaram com tiros de armas de fogo

Agência Brasil

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro teme que ajuda humanitária abra espaço para intervenção
Twitter/ @NicolasMaduro
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro teme que ajuda humanitária abra espaço para intervenção

O governo de Roraima informou neste sábado (23) que dois venezuelanos morreram em confrontos em uma área perto da fronteira da Venezuela com o Brasil. Desde o início do dia, o clima é de tensão na região fronteiriça. Forças de segurança venezuelanas bloqueiam a entrada de ajuda humanitária e manifestantes protestam para a entrada de alimentos e remédios no país.

De acordo com nota da Secretaria de Saúde de Roraima, cinco venezuelanos, feridos por armas de fogo, receberam os primeiros atendimentos em Pacaraima, cidade que faz fronteira com a Venezuela. O estado de saúde deles é grave e eles foram elevados para o Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista.

Desde ontem (22), o hospital recebeu nove pacientes feridos nos conflitos em uma cidade a cerca de 70 quilômetros da fronteira com o Brasil. Um dos paciente teve traumatismo craniano e outro lesão no tórax por arma de fogo. Um paciente, em estado grave, respira com ajuda de aparelhos.

No total, 16 venezuelanos foram atendidos em hospitais públicos do estado.

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