Após morte de Jong-il, presidente sul-coreano decreta emergência

Lee Myung-bak cancelou agenda e convocou reunião após morte do líder norte-coreano Kim Jong-il, diz agência local "Yonhap"

EFE |

O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, cancelou nesta segunda-feira todos seus atos oficiais e pôs seu Gabinete em estado de emergência após a notícia da morte de Kim Jong-il, informou a agência local "Yonhap".

A casa presidencial sul-coreana convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança centrada na morte do líder máximo norte-coreano para decidir as diretrizes a seguir por Seul. Após se saber neste domingo da morte de Kim Jong-il, que morreu no sábado, também as autoridades das Forças Armadas sul-coreanas convocaram uma reunião de emergência sobre gestão de crise e operações.

O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul pôs todas as unidades do Exército em estado de alerta após a notícia, segundo a "Yonhap", e indicou que aumentou a vigilância ao longo da fronteira junto com as Forças Combinadas da Coreia do Sul e Estados Unidos. No entanto, assegurou, não foram observadas atividades incomuns, segundo fontes militares, que revelaram que se trabalha com a possibilidade de elevar em um nível a escala de alerta de combate Defcon, atualmente no nível quatro.

Também estão em estado de "resposta de emergência" as missões no estrangeiro do Ministério de Exteriores da Coreia do Sul, cujo primeiro vice-ministro, Park Souk-hwan, presidiu uma reunião de emergência para traçar as medidas diplomáticas que Seul tomará após a morte de Kim Jong-il. EFE aaf/ma

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