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Os vizinhos de Eduard Assylov encontraram o corpo do homem no corredor do dormitório onde a vítima morava; o caso aconteceu em Moscou, na Rússia

Fumante, o russo Eduard Assylov foi assassinado brutalmente por seu colega de quarto porque não gostava do cigarro
Reprodução/Daily Mail
Fumante, o russo Eduard Assylov foi assassinado brutalmente por seu colega de quarto porque não gostava do cigarro


O russo Eduard Assylov, de 37 anos, foi assassinado em um crime brutal que chocou a Rússia nas últimas semanas. De acordo com o portal Daily Mail , o mecânico foi morto a facadas, decapitado e ainda teve seu pênis e membros cortados. O corpo do homem, que era fumante, foi encontrado em seu apartamento, e seu colega de quarto confessou o crime por “não gostar de cigarro”.

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“A vítima foi encontrada no corredor de um dormitório onde alugava um quarto”, declarou um porta-voz da polícia de Moscou. A chocante cena do crime foi descoberta pelos vizinhos de Assylov, que entraram em seu apartamento para, então, encontrar a cabeça, os membros e o pênis do homem em cima de um travesseiro. 

“Ele foi esfaqueado nove vezes no estômago e cinco vezes na virilha”, o oficial contou. “No total, Assylov foi atacado 40 vezes antes de ser desmembrado”, completou. O acusado pelo crime afirmou também ter cortado as orelhas da vítima e o dedo médio da mão esquerda.

As autoridades começaram a investigação com a hipótese de um ataque por um “rival romântico”. Porém, tudo mudou quando o colega de quarto do homem, cujo nome não foi divulgado, confessou o crime.

Natural da cidade de Irkutsk, na Sibéria, o homem de 45 anos dividia um quarto com Assylov na capital russa. Ele explicou que os dois sempre discutiam sobre cigarros , já que a vítima era fumante e o responsável pelo crime não gostava do hábito.

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Reação das redes sociais

O caso tomou as redes sociais e motivou algumas reações quanto ao ataque chocante. Irina Krot, por exemplo, escreveu: “eu achava que era a única que odiava fumantes, mas agora vejo que estava errada. Nunca imaginei que poderia sentir pena de um deles”.

Boris Shkodov, por outro lado, mostrou sua indignação e chamou o crime de uma morte “terrível e estúpida”, dadas as motivações para que o assassinato fosse cometido.

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Agora, o acusado de decapitar, cortar os membros e o pênis de Assylov foi preso sob alegações de assassinato e pode ser condenado a pena de morte.

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