Coreia do Norte reúne milhares de pessoas para celebrar lançamento de míssil

Até mesmo fogos de artifício foram disparados para celebrar “grande vitória"

Após o lançamento de um novo míssil balístico nessa quarta-feira (29) , a Coreia do Norte organizou uma mobilização para celebrar o ato nessa sexta-feira (1º). De acordo com a agência central de notícias da Coreia (KCNA), que divulgou a informação neste sábado (2), até mesmo fogos de artifício foram disparados para comemorar “a grande vitória com a qual o país realizou com sucesso a causa histórica de completar a força nuclear do estado”.

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Foto: Wikimedia Commons
Apesar da grandiosidade do evento, o líder polêmico da Coreia do Norte, Kim Jong-un, não assistiu à comemoração

Milhares de soldados foram recebidos por uma multidão na praça Kim Il-Sung de Pyongyang. O local estava decorado com retratos gigantes dos líderes da Coreia do Norte . Apesar da grandiosidade do evento, o líder Kim Jong-un não assistiu à comemoração . Por outro lado, estavam presentes os principais líderes militares do partido e do governo.

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Nos discursos realizados, os líderes afirmaram que “o sucesso do teste balístico colocou a posição estratégica do país no mais alto nível e mostrou plenamente o espírito invencível da Coreia socialista.”

Teste

O governo norte-coreano chegou a afirmar que o míssil lançado quarta-feira poderia atingir qualquer parte do território dos Estados Unidos. De acordo com o Pentágono, entretanto, o lançamento não representou ameaça real ao país nem a seus aliados.

Em anúncio na TV estatal norte-coreana, o regime também informou que o míssil “Hwasong-15” é uma versão atualizada do “ICBMs”, que foi lançado em julho deste ano, e que foi capaz de carregar uma “enorme e pesada ogiva nuclear”. Apesar dos Estados Unidos não terem encarado a ação como ameaça, o órgão militar americana afirmou que o míssil atingiu maior atitude que todos os outros lançados anteriormente.

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A Coreia do Sul e o Japão condenaram o governo de Kim Jong-un pelo mais novo lançamento que caiu no mar, em área próxima ao território japonês. A ação gera ainda mais tensão na relação delicada entre a Coreia do Norte e os governos dos países envolvidos, como os Estados Unidos.

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