Cerca de 30 denúncias simultâneas colocaram a capital da Rússia em alerta. Ainda nesta semana, o país recebeu vários outros alarmes falsos de bombas.

Após diversas denúncias de ameaças de bombas, mais de 20 mil pessoas foram evacuadas na capital da Rússia
Reprodução/Twitter Spektr Press
Após diversas denúncias de ameaças de bombas, mais de 20 mil pessoas foram evacuadas na capital da Rússia


Mais de 20 mil pessoas tiveram de ser evacuadas, nesta quarta-feira (13), após denúncias simultâneas de bombas na cidade de Moscou, capital da Rússia. De acordo com o canal Russia Today , estações de trem, universidades, centros comerciais e shoppings foram esvaziados por causa das ameaças.

No total, 30 lugares foram inspecionados depois da polícia receber dezenas de ligações anônimas sobre as  bombas . De acordo com uma fonte dos serviços de emergência, “parece um caso de terrorismo telefônico, mas precisamos verificar a veracidade destas mensagens”, segundo informações da agência Tass .

Incluindo três estações ferroviárias e as universidades Sechenov Medical University e MGIMO International Relations University, os locais esvaziados passam por avaliações de uma equipe especializada da polícia, que conta com o auxílio de cães farejadores, como explicou um agente policial.

O caso repercutiu nas redes sociais e diversos perfis do Twitter publicaram imagens e vídeos das evacuações em vários pontos da cidade.





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País em alerta

Ainda nesta semana, autoridades de todo a Rússia receberam uma série de ligações anônimas sobre alarmes falsos de explosivos. As denúncias resultaram em muitas outras evacuações e conferências em edifícios e estabelecimentos, que não encontraram indícios de perigo.

Devido às tensões geopolíticas com a Ucrânia e a Chechênia, o país tem sido alvo de ataques de movimentos destes países. Além disso, desde que a guerra da Síria foi iniciada, o presidente Vladimir Putin aponta para a chance de ocorrência de atentados terroristas. De acordo com o líder, combatentes russos atuantes em organizações islâmicas poderiam retornar ao seu país de origem para cometer atentados.

Dmitry Peskov, porta-voz do governo, se recusou a comentar as recentes ameaças de bombas e episódios de violência no território russo.

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*Com informações da Agência Ansa

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