Posicionamento foi divulgado após reunião ministerial em Jeddah, na Arábia Saudita, em que foi analisada a "ameaça que os jihadistas representam para a segurança e a paz mundiais"

Agência Brasil

A Arábia Saudita e mais quatro países árabes defenderam neste domingo (24) a necessidade de lutar contra os jihadistas do Estado Islâmico.

Dia 19: Radicais islâmicos dizem ter decapitado jornalista americano e fazem ameaças

Em comunicado divulgado no final de uma reunião ministerial em Jeddah (Arábia Saudita), os participantes discutiram “o avanço da ideologia terrorista e extremista e os confrontos existentes em alguns países árabes”, numa alusão à progressão dos jihadistas do Estado Islâmico no Iraque e na Síria.

James Foley: Sequestrado duas vezes, jornalista decapitado tinha 'atração pelo conflito'

Também analisaram “as graves repercussões” sobre “os Estados da região e a ameaça que os jihadistas representam para a segurança e a paz mundiais”, segundo o texto divulgado pela agência oficial saudita SPA.

Obama: Estado Islâmico é câncer e EUA farão tudo para proteger seu povo

Os participantes, que abordaram ainda “os desenvolvimentos da situação na Síria”, assinalaram “uma convergência de pontos de vista sobre as questões evocadas e sobre a necessidade de agir seriamente (…) para preservar a segurança e a estabilidade dos Estados árabes”, diz o comunicado.

Resgate: Grupo extremista pediu US$ 132,5 milhões para libertar jornalista americano

Na reunião, que ocorreu à portas fechadas, participaram os ministros dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, do Egito, do Catar e dos Emirados Árabes Unidos e um conselheiro da Jordânia.

Leia mais:

Muçulmanos britânicos culpam visão deturpada da jihad por vídeo de decapitação

Britânicos estão perto de identificar homem que decapitou jornalista dos EUA

Os resultados do encontro devem ser apresentados aos 22 membros da Liga Árabe.

    Leia tudo sobre: estado islâmico
    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.