Cinco países árabes defendem luta contra jihadistas do Estado Islâmico

Por Agência Brasil |

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Posicionamento foi divulgado após reunião ministerial em Jeddah, na Arábia Saudita, em que foi analisada a "ameaça que os jihadistas representam para a segurança e a paz mundiais"

Agência Brasil

A Arábia Saudita e mais quatro países árabes defenderam neste domingo (24) a necessidade de lutar contra os jihadistas do Estado Islâmico.

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Em comunicado divulgado no final de uma reunião ministerial em Jeddah (Arábia Saudita), os participantes discutiram “o avanço da ideologia terrorista e extremista e os confrontos existentes em alguns países árabes”, numa alusão à progressão dos jihadistas do Estado Islâmico no Iraque e na Síria.

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. Foto: APImagem postada em site militante em 14/6 parece mostrar membros do EIIL com soldados iraquianos à paisana capturados após tomada de base em Tikrit, Iraque. Foto: APCombatentes iraquianos xiitas seguram suas armas enquanto gritam palavras de ordem contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante em Cidade Sadr, Bagdá (13/6). Foto: APVoluntários esperam para se juntar ao Exército e combater militantes predominantemente sunitas em Bagdá, Iraque (13/6). Foto: ReutersPresidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre a situação no Iraque em pronunciamento na Casa Branca, em Washington (13/6). Foto: APImagem postada em Twitter militante mostra membro do Estado Islâmico do Iraque e do Levante com sua bandeira em base militar na Província de Ninevah, Iraque (12/6). Foto: APImagem publicada por militantes no Twitter mostra combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante em local na fronteira entre o Iraque e a Síria (12/6). Foto: APMuitas famílias começaram a deixar Mosul depois de ocupação por insurgentes sunitas (13/6). Foto: ReutersForças de segurança curda se posicionam do lado de fora da cidade petrolífera de Kirkuk após abandono de tropas iraquianas (12/6). Foto: APVeículos queimados pertencentes às forças de segurança iraquianas são vistos em posto de controle no leste de Mosul (11/6). Foto: ReutersPolicial federal do Iraque monta aguarda enquanto colega faz buscas em carro em posto de controle de Bagdá, Iraque (11/6). Foto: APFamílias que fogem da violência na cidade de Mosul esperam em posto de controle nos arredores de Irbil, região do Curdistão iraquiano (10/6). Foto: ReutersRefugiados que deixam Mosul se dirigem à região autônoma curda em Irbil, Iraque, a 350 km a norte de Bagdá (10/6). Foto: APMilitares se preparam para assumir suas posições durante confrontos com militantes no norte da cidade de Mosul, Iraque (9/06). Foto: AP

Também analisaram “as graves repercussões” sobre “os Estados da região e a ameaça que os jihadistas representam para a segurança e a paz mundiais”, segundo o texto divulgado pela agência oficial saudita SPA.

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Os participantes, que abordaram ainda “os desenvolvimentos da situação na Síria”, assinalaram “uma convergência de pontos de vista sobre as questões evocadas e sobre a necessidade de agir seriamente (…) para preservar a segurança e a estabilidade dos Estados árabes”, diz o comunicado.

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Na reunião, que ocorreu à portas fechadas, participaram os ministros dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, do Egito, do Catar e dos Emirados Árabes Unidos e um conselheiro da Jordânia.

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Os resultados do encontro devem ser apresentados aos 22 membros da Liga Árabe.

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