Embaixada brasileira é apedrejada em Berlim; protesto é relacionado à Copa

Por Gazeta | - Atualizada às

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Cerca de dez homens encapuzados destruíram parte parte dos vidros do primeiro andar. Grupo assumiu autoria pela internet

Na madrugada desta segunda-feira (12) horário local, a Embaixada brasileira em Berlim foi apedrejada por cerca de dez pessoas encapuzadas. Segundo informa a imprensa alemã, o motivo do ataque seria a realização da Copa do Mundo.

Reynaldo Paganelli/Futura Press
Embaixada do Brasil na cidade de Berlim na Alemanha, é alvo de ataques na madrugada desta segunda-feira (12)

O grupo lançou cerca de 80 pedras e destruiu grande parte dos vidros do primeiro andar do prédio. Em carta divulgada na internet, um grupo anônimo assumiu a autoria do apedrejamento.

"Para chamar a atenção para o que a Copa do Mundo significa e derrubar a Fifa, fizemos uma ação com as armas mais simples do povo, as pedras. Com as mesmas pedras jogadas pelo batalhão de choque, nós demolimos a fachada da embaixada", diz a carta, que ainda contêm as expressões "Não vai ter Copa" e "Vai ter revolta".

Veja fotos do protesto contra a realização da Copa do Mundo no Brasil

Protesto contra a Copa do Mundo, em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSManifestante mascarado na linha de protesto contra a Copa do Mundo, em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSProtesto contra a Copa do Mundo, em São Paulo, nesta quinta-feira (27), na avenida Paulista. Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSManifestantes fazem cordão ao lado de policiais durante protesto contra a Copa do Mundo, em São Paulo. Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSProtesto contra a Copa do Mundo, em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSProtesto contra a Copa do Mundo realizado pelas ruas da cidade de São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSProtesto contra a Copa do Mundo em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia OliveiraNa esquina da av. Brigadeiro Luis Antônio com a rua Maria Paula, policial da Rocam observa a chegada dos manifestantes. Foto: Ana Flávia OliveiraFormação de policiais militares em frente a secretaria de Educação, na praça da República, em São Paulo. Foto: Ana Flávia OliveiraManifestantes passam em frente a Câmara Municipal de São Paulo, no centro da capital. Foto: Ana Flávia OliveiraManifestantes andam por ruas do centro da capital paulista, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia OliveiraMalabarista na linha frente do protesto em São Paulo. Foto: Ana Flávia OliveiraRogério, de 29 anos, disse ser parte de um grupo que usa a tática black bloc e que protesta contra o superfaturamento dos estádios. Foto: Ana Flávia OliveiraManifestantes sentados na praça do Ciclista, durante leitura do manifesto que marcou o início da passeata. Foto: Ana Flávia OliveiraFaixa exibida durante protesto contra a Copa do Mundo em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia OliveiraManifestantes durante concentração do 4º protesto contra a Copa do Mundo, em São Paulo. Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloFaixa usada por manifestantes na capital paulista. Foto: Ana Flávia OliveiraCartaz contra a Fifa, durante o protesto em São Paulo. Foto: Ana Flávia OliveiraProtesto contra a Copa do Mundo em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia OliveiraProtesto contra a Copa do Mundo em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia OliveiraProtesto contra a Copa do Mundo em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia OliveiraProtesto contra a Copa do Mundo em São Paulo, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia OliveiraManifestantes produzem faixas e cartazes durante concentração na praça do Ciclista, na avenida Paulista. Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloManifestantes se reúnem na praça do Ciclista, na avenida Paulista, na concentração do 4º protesto contra a Copa do Mundo. Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloGrupo de manifestantes faz faixa durante concentração do 4º protesto contra Copa do Mundo em São Paulo. Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloManifestantes se concentram na praça do Ciclista, no início da avenida Paulista, antes de sair em passeata. Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloAntônio José da silva, 49 anos, é artesão
e vai a protestos desde 1982. Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloPoliciais durante concentração do protesto contra Copa do Mundo, em São Paulo. Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloEste é o terceiro protesto paulista com participação da chamada "tropa do braço" ou "tropa ninja". Foto: Ana Flávia Oliveira/iG São PauloPoliciais se concentram na região da avenida Paulista, nesta quinta-feira (27). Foto: Ana Flávia Oliveira

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Segundo o jornal alemão Bild, 31 vidraças foram quebradas. Os responsáveis fugiram sem ser identificados, mas a polícia local já iniciou investigação para tentar localizá-los e não descarta a hipótese de motivações políticas para o ataque.

A Embaixada informou, porém, que não há nenhuma evidência de que o ataque seja relacionado à Copa. Nesta semana, a revista alemã Der Spiegel publicou reportagem sobre os problemas com a organização do evento esportivo.

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