Inundações provocam mortes, destruição e caos na capital das Filipinas

Com ruas inundadas e nove mortes, governo fecha escolas e prédios públicos; na China, população da região de Xangai se prepara para passagem de tufão

iG São Paulo |

Fortes chuvas atingiram a capital das Filipinas, Manila, provocando enchentes que deixaram pelo menos nove mortos, informaram autoridades nesta terça-feira. O país ainda se recupera da passagem do tufão Saola, na semana passada, responsável por ao menos 53 mortes.

Moradores de Manila e de nove províncias próximas enfrentam um verdadeiro caos. Com mais da metade da capital submersa, o presidente Benigno Aquino ordenou o fechamento dos colégios e dos órgãos governamentais, exceto as agências de emergência, que atendem milhares de cidadãos que tiveram de deixar suas casas.

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AP
Homem se segura ao tentar cruzar rua inundada em Manila, nas Filipinas

A maior parte das vítimas fatais foi registrada no distrito de Quezón, nos arredores de Manila. A água transbordou a represa La Mesa, o que inundou algumas áreas da capital e forçou a retirada de mais de cinco mil moradores junto ao rio Marikin.

Pelo menos 28 mil pessoas tiveram de ser levadas a centros de assistência em toda a região de Manila, enquanto milhares buscaram refúgio em casas de familiares, segundo o Centro Nacional de Prevenção de Desastres.

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Por recomendação do serviço meteorológico filipino, o Palácio presidencial, a Suprema Corte, o Parlamento, a Embaixada dos Estados Unidos e a sede da Bolsa de Valores fecharam suas portas. 

Tufão na China

Nesta terça-feira, a região de Xangai, na China, se prepara para a passagem do tufão Haikui, o terceiro a atingir o pais em menos de uma semana. O fenômeno deve tocar a terra entre as cidades de Ningbo e Wenzhou, provocando fortes chuvas e ventos.

Xangai, o centro financeiro da China, baniu todas as atividades ao ar livre em grupo, fechou parques municipais e suspendeu aulas. Todas as construções também foram paralisadas. Cerca de 200 mil moradores foram retirados de suas casas.

A China sofreu com a passagem dos tufões Damrey e Saola, que deixaram ao menos 23 mortos e nove desaparecidos, segundo balanço divulgado nesta terça-feira.

Com AP e EFE

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