Ministro reconhece atraso na distribuição de kits para diagnóstico de zika

Por Agência Brasil |

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Segundo Marcelo Castro, ministro da Saúde, previsão é que 100 mil kits sejam entregues a todos os Estados do País

Agência Brasil

Castro disse que a vacina contra o zika poderá ser desenvolvida em menos tempo que o previsto
Marcelo Camargo/ Agência Brasil - 11.02.16
Castro disse que a vacina contra o zika poderá ser desenvolvida em menos tempo que o previsto

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, admitiu nesta quinta-feira (11) que houve atraso na distribuição de kits para diagnóstico do zika vírus por laboratórios credenciados pelo governo. Segundo o ministro, o entrave envolveu a própria licitação, que atrasou. “Houve uma pequena demora, mas já perfeitamente corrigida”, declarou Castro.

A previsão da pasta é que 100 mil kits para diagnóstico do zika vírus sejam distribuídos a todos os Estados. “Quem não recebeu está recebendo. Já tomamos a decisão de tornar a enfermidade de notificação compulsória. A gente quer fazer isso com toda a segurança”, afirmou Marcelo Castro.

Em janeiro, o ministro anunciou que kits para testes rápidos de detecção do zika vírus, da febre chikungunya e da dengue seriam distribuídos para laboratórios de todo o País em fevereiro. O kit foi desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), uma das unidades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Veja também: Erros que você comete na hora de passar o repelente

O primeiro erro que alguém pode cometer é tratar todos os repelentes como iguais, passando-os sem considerar suas diferenças quanto à durabilidade e efeitos  . Foto: iStockErro: passar o repelente mais de três vezes por dia. Eesse é o máximo de aplicações que os médicos recomendam diariamente . Foto: iStockHá basicamente três tipos de repelentes disponíveis no Brasil: o DEET, o IR 3535 e a  icaridina. Foto: iStockO DEET e o IR 3535 afugentam os mosquitos por até quatro horas. A icaridina é a mais eficiente e consegue os insetos por até 10 horas, reduzindo a quantidade de aplicação ao longo do dia. Foto: STOCKXPERT/ARQUIVOErro: Não priorizar as áreas expostas na hora de aplicar o repelente, como o rosto, pernas e braços, também é um erro. Aplicar o produto em todo o corpo aumenta as chances de intoxicação . Foto: iStockErro: aplicar repelente em ambientes fechados também aumenta as chances de intoxicação. Prefira lugares abertos, onde o ar circula mais e o odor do produto se dispersa melhor . Foto: iStockErro: passar repelentes em crianças com menos de dois anos de idade. Mais sensível, a pele delas tem pouca defesa, absorvendo mais o produto, o que pode gerar complicações  sistêmicas, neurológicas e pulmonares. Foto: iStockErro: dormir com o repelente no corpo não é uma boa prática. O produto pode passar para os lençóis e acabar contato com áreas sensíveis, como olhos e a boca. Tome um banho antes de deitar . Foto: iStockErro: Não lavar as mãos, especialmente das crianças, depois da aplicação do repelente. As mãos sujas com o produto podem acabar em contato com os olhos e a boca, o que pode causar intoxicação. Foto: iStockErro: aplicar o repelente nas áreas próximas das mucosas (olho, nariz e boca). Foto: iStockErro: passar o repelente em áreas feridas do corpo. Isso aumenta a chance de intoxicação . Foto: iStockErro: tratar os repelentes naturais, como a citronela, como inofensivos é um equivoco. Além de não ter eficácia comprovada, eles ainda podem causar reações alérgicas  . Foto: iStock


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