Inep estuda ter 5 corretores em redações do Enem discrepantes

Textos com mais de 300 pontos de diferença entre os dois primeiros corretores seria enviado a mais três. Proposta será avaliada

iG São Paulo |

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) estuda a proposta de enviar redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com discrepância de mais de 300 pontos a uma banca corretora formada por três especialistas. Segundo a ideia, debatida em uma oficina interna de aprimoramento do exame, redações discrepantes seriam avaliadas, ao final do processo, por cinco corretores.

A proposta será encaminhada para a avaliação do novo presidente do Inep, Luiz Claudio Costa , que determinou prioridade nos estudos de aprimoramento do Enem. Costa e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, devem verificar a viabilidade e o custo das mudanças propostas no sistema de correção e anunciar medidas concretas na próxima semana.

Hoje, as redações do Enem são corrigidas por dois corretores e, quando há diferença de mais de 300 pontos, o texto é encaminhado a um supervisor que dá a nota final do candidato. Em 2011 cresceram os processos judiciais de candidatos que questionaram suas notas finais.

A diferença de 300 pontos para a entrada da banca corretora também está em discussão. A discrepância para uma terceira correção já foi de 500 pontos, e tendência é que baixe mais uma vez.

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