Guns N' Roses: "Queremos fazer um novo disco, é uma boa hora", diz baixista

Por Susan Souza , iG São Paulo |

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Músico Tommy Stinson fala ao iG sobre Axl Rose, as turnês do Guns e sua volta com o Replacements

Apelidado de "general" por Axl Rose por causa de sua liderança nos ensaios do Guns N' Roses, o baixista Tommy Stinson é um dos integrantes mais antigos da banda depois do próprio Axl e do tecladista Dizzy Reed, tendo entrado para o grupo em 1998.

Com visita marcada para os meses de março e abril deste ano, o grupo de hard rock estará de volta ao País para shows em sete capitais - ainda que seja sem um novo disco para mostrar desde "Chinese Democracy", lançado em 2008.

Axl Rose, vocalista do Guns n' Roses. Foto: Futura PressO cantor Axl Rose. Foto: Futura PressAxl Rose no Rock in Rio. Foto: AgNewsAxl Rose no Rock in Rio. Foto: AgNewsAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezGuns N' Roses no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian FernandezAxl Rose no Rock in Rio. Foto: Vivian Fernandez

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Em entrevista ao iG, o baixista fala sobre a vontade de adicionar um novo disco à curta discografia do Guns, que tem 29 anos de estrada e apenas seis trabalhos de estúdio. "Quero fazer um novo álbum, acho que é uma boa hora para nos envolvermos."

Sobre a atual reunião do Replacements, grupo de punk rock influente nos anos 1980 e para o qual Stinson entrou aos 11 anos por insistência do meio-irmão Bob Stinson, o músico resume-se a dizer que "foi divertido". Bob morreu poucos anos depois da dissolução do grupo, que acabou em 1991.

Steven Cohen/Facebook/Reprodução
O baixista Tommy Stinson

O Replacements já foi mencionado como influência para bandas como Nirvana, Wilco, Foo Fighters e Green Day e sua reunião tem como motivo nobre o EP "Songs for Slim", gravado por Stinson e o vocalista Paul Westerberg como um projeto beneficente para ajudar no tratamento do guitarrista Slim Dunlap, que sofreu um acidente vascular cerebral em 2012.

Leia abaixo a entrevista.

iG: Axl Rose continua a chamá-lo de "general"?
Tommy Stinson: Não, hoje sou apenas "aquele cara" (risos). O apelido de "general" foi muito tempo atrás. Atualmente sou apenas "Tommy".

iG: Qual é a importância do Guns N' Roses para você?
Tommy Stinson: É tudo muito divertido. Tenho ficado na banda mais tempo que outros integrantes. É muito bom poder viajar, conhecer vários países, tocar no Japão. Estou ansioso para voltar ao Brasil e espero que aí esteja quente, porque aqui (nos Estados Unidos) eu estou congelando.

iG: É difícil manter-se criativo tocando com os mesmos músicos por tantos anos?
Tommy Stinson: Essa é uma boa pergunta. (O Guns N' Roses) está fazendo mais turnês do que discos. Queremos fazer um novo álbum, acho que é uma boa hora para nos envolvermos. Mas são oito caras (da banda) em várias cidades e é difícil reunir todos. Estou tentando compor e mandar pela internet, quero fazer acontecer. Falamos de fazer um novo disco, mas não sabemos para quando será.

iG: E os shows de reunião do Replacements após 22 anos separados, como têm sido?
Tommy Stinson: O reencontro foi divertido, pois não tocávamos juntos há muito tempo.

Divulgação
The Replacements

iG: Vocês pretendem fazer outros shows além dos quatro já marcados nos Estados Unidos? Querem tocar em outros continentes?
Tommy Stinson: Teremos mais shows no verão, nos Estados Unidos. Podemos ir para a Europa, talvez, mas é muita dor de cabeça.

iG: Quem tem atraído sua atenção na música hoje em dia?
Tommy Stinson: Não tenho ouvido muita coisa atualmente, venho mais trabalhando na música dos outros, mas gosto muito do Queens of the Stone Age.

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